Aplicações (geral)
Homens e mulheresPara acompanhamento, priorize tendência de peso, circunferências, composição corporal (quando possível) e desempenho, em vez de confiar apenas no número calculado.
Calcula a TMB (kcal/dia) pela equação de Harris-Benedict (revisada) e estima o gasto diário (TDEE) ao aplicar um fator de atividade.
A calculadora de Harris-Benedict estima a taxa metabólica basal (TMB) em kcal/dia a partir de sexo, idade, peso e altura. A TMB representa o gasto energético mínimo para manter funções vitais em repouso. Ao aplicar um fator de atividade, a calculadora também estima o gasto energético diário total (TDEE), útil para planejamento nutricional, manejo de peso e periodização em Medicina do Esporte.
Nesta versão, é utilizada a equação revisada de Harris-Benedict (kcal/dia), frequentemente citada em materiais de nutrição clínica e esportiva. O resultado é uma estimativa e deve ser interpretado em conjunto com composição corporal, objetivo e resposta ao longo do tempo.
O cálculo ocorre em duas etapas: (1) estimativa da TMB pela equação revisada e (2) multiplicação por um fator de atividade para estimar o TDEE.
As equações abaixo usam peso (kg), altura (cm) e idade (anos), com coeficientes diferentes para homens e mulheres.
Atenção às unidades: a altura deve ser informada em centímetros (ex.: 175) e não em metros (1,75). Pequenos erros de unidade podem alterar o resultado de forma relevante.
O TDEE é estimado multiplicando a TMB por um fator de atividade:
O fator de atividade representa uma aproximação do gasto adicional com movimentação e treino. Em atletas ou rotinas muito variáveis, o ajuste fino tende a depender de monitoramento longitudinal (peso, performance e ingestão).
Em geral, a TMB ajuda a estimar o “piso” do gasto energético em repouso, enquanto o TDEE orienta a manutenção do peso em um dia típico. Para objetivos de perda/ganho de peso, o valor do TDEE é frequentemente o ponto de partida para definir um balanço energético, sempre considerando sinais clínicos e resposta individual.
Para acompanhamento, priorize tendência de peso, circunferências, composição corporal (quando possível) e desempenho, em vez de confiar apenas no número calculado.
Em extremos de composição corporal, gestação/lactação, e em doenças agudas/crônicas, pode ser necessário método mais específico ou monitoramento mais próximo.
Mudanças de ingestão e gasto devem ser acompanhadas clinicamente quando houver condições médicas, uso de medicações ou objetivos agressivos de perda/ganho de peso.
No acompanhamento, o ajuste do plano alimentar/treino costuma ser guiado pela resposta individual (peso, desempenho, sinais clínicos), usando a calculadora como ponto de partida.