I Simpósio de Medicina Esportiva Infantojuvenil!

Em um encontro ao vivo, você vai aprender como avaliar crianças e adolescentes em diferentes contextos: o jovem sedentário, o paciente com obesidade, o adolescente ativo, o esportista competitivo e o atleta de base.

Crianças e adolescentes não são adultos pequenos.

Todo médico sabe que exercício faz bem. Mas quando o paciente é uma criança ou adolescente, a orientação exige mais do que uma recomendação genérica.

Na prática, o médico precisa responder perguntas como:

• Quanto de atividade física orientar?
• Quando o jovem está fazendo pouco?
• Quando está fazendo demais?
• Como adaptar a orientação pela maturação?
• Como prescrever exercício para obesidade infantil sem reforçar culpa ou punição?
• Quando a dor no esporte deixa de ser “normal”?
• Como lidar com adolescentes que treinam muito, dormem pouco e comem mal?
• Como conversar com pais, treinadores e equipe multiprofissional?

Para quem é esse Simpósio?

Este simpósio foi pensado para médicos que desejam aplicar a medicina esportiva na infância e adolescência com mais segurança, critério e clareza e também:

O que você vai aprender no simpósio?

Exercício na infância e adolescência

Entenda como orientar atividade física, exercício e esporte em crianças e adolescentes, diferenciando o jovem sedentário, o ativo recreativo, o esportista competitivo e o atleta de alto rendimento.

Maturação, crescimento e carga de treino

Aprenda por que idade cronológica não basta. Entenda PHV, puberdade, idade biológica, resposta ao treino, risco de lesão e como adaptar a orientação médica ao desenvolvimento do jovem.

Treinamento de força, esporte e alto rendimento

Saia do mito de que força “fecha crescimento” e aprenda como orientar treinamento resistido, especialização precoce, sinais de excesso de carga, RED-S, overuse e comunicação com treinadores e família.

Obesidade infantil pela visão da medicina esportiva

Aprenda a conduzir o paciente com obesidade infantil integrando exercício, comportamento, família, saúde metabólica, adesão, estigma e prescrição segura de movimento.

Com quem você vai aprender:

Dr. Rodrigo Ruas F. de Toledo

Médico do Esporte e do Exercício

Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, com residência em Medicina Esportiva pela Santa Casa de São Paulo. Atua como preceptor da Residência de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas da FMUSP, médico da base do Santos Futebol Clube e Coordenador Científico do Departamento de Medicina Esportiva da APM Santos. Tem experiência prática com atletas em formação, incluindo futebol e basquete de base, e atua na interface entre saúde, exercício, desenvolvimento, obesidade e performance infantojuvenil.

Neste simpósio, o Dr. Rodrigo conduz uma abordagem prática para médicos que desejam orientar crianças e adolescentes com mais segurança: do paciente sedentário ao atleta competitivo, da obesidade infantil ao esporte de base

Aula 01: Do sedentarismo ao alto rendimento: o papel do médico no esporte infantojuvenil

Nesta aula, o Dr. Rodrigo Ruas apresenta uma abordagem prática para o médico que precisa orientar crianças e adolescentes em diferentes cenários: desde o jovem sedentário até o atleta de base.

Você vai entender por que a recomendação “faça exercício” é incompleta, como diferenciar atividade física, exercício, esporte e alto rendimento, e como a maturação muda a forma de interpretar força, potência, dor, fadiga e desempenho.


O que será abordado:

  • A diferença entre atividade física, exercício, esporte e alto rendimento.
  • Como orientar o jovem que se move pouco.
  • Como orientar o adolescente ativo.
  • Como avaliar o jovem que treina muito.
  • Diretrizes de atividade física para crianças e adolescentes.
  • Atividade aeróbica, fortalecimento muscular e fortalecimento ósseo.
  • A importância do repertório motor na infância.
  • Idade cronológica versus idade biológica.
  • PHV: o pico de velocidade de crescimento e sua importância clínica.
  • Como puberdade e maturação mudam força, potência e composição corporal.
  • Por que a idade cronológica pode enganar na avaliação de talentos.
  • Treinamento de força em crianças e adolescentes: mito versus evidência.
  • Como prescrever força com segurança.
  • O que observar no jovem atleta competitivo.
  • RED-S e baixa disponibilidade energética em adolescentes.
  • Especialização precoce e riscos de overuse.
  • Sinais vermelhos no jovem atleta.
  • Como conversar com família, treinador e equipe multiprofissional.

Uma aula para o médico que quer parar de apenas “liberar esporte” e começar a orientar desenvolvimento, carga, saúde e performance com raciocínio clínico.

Aula 02: Obesidade infantil: uma visão da medicina esportiva

A obesidade infantil é um dos grandes desafios da prática médica atual. Mas orientar exercício para uma criança ou adolescente com obesidade não é simplesmente dizer “precisa emagrecer” ou “tem que se mexer mais”.

Nesta aula, você vai aprender a enxergar a obesidade infantil pela lente da medicina esportiva: avaliação funcional, barreiras ao movimento, prescrição progressiva, adesão familiar, saúde metabólica, estigma, força, aptidão cardiorrespiratória e construção de autonomia.


O que será abordado:

  • Obesidade infantil como doença crônica, multifatorial e progressiva.
  • Por que “coma menos e se mexa mais” costuma falhar.
  • Como avaliar o paciente com obesidade além do IMC.
  • Composição corporal, circunferência abdominal e risco cardiometabólico.
  • Resistência insulínica, dislipidemia, esteatose hepática e pressão arterial.
  • Aptidão cardiorrespiratória como marcador clínico.
  • Força muscular, função e capacidade física no paciente com obesidade.
  • Como prescrever exercício sem transformar movimento em punição.
  • Como começar: pequenos blocos, prazer, rotina e família.
  • O papel do treinamento de força na obesidade infantil.
  • Exercício aeróbico versus força: como combinar.
  • Barreiras comuns: vergonha, bullying, baixa aptidão e experiências ruins na educação física.
  • Como conversar com pais sem reforçar culpa.
  • Como evitar estigma de peso no consultório.
  • Como definir metas funcionais antes de metas estéticas.
  • Quando acionar equipe multiprofissional.
  • Como acompanhar evolução clínica com indicadores práticos.
  • O papel do sono, tela, rotina e ambiente familiar.
  • Estratégias para aumentar adesão a longo prazo.

Uma aula para o médico que quer conduzir obesidade infantil com mais empatia, ciência e estratégia, usando o exercício como ferramenta de saúde, não como castigo.

Escolha a melhor forma de participar:

O simpósio foi pensado para aproximar a fisiologia do exercício da prática clínica real.

Por isso, existem duas modalidades de inscrição: uma para profissionais médicos e outra com condição especial para acadêmicos.

Ingresso Acadêmico

Condição especial para estudantes que querem construir uma base mais sólida em fisiologia aplicada, prescrição do exercício e interpretação clínica.

R$ 9,90

Ingresso Profissional da Saúde

Para médicos, preparadores físicos, fisioterapeutas e nutricionistas que desejam aprofundar a interpretação das respostas ao exercício e aplicar esse raciocínio na prática clínica.

R$ 49,90

Tire suas dúvidas:

Tire suas principais dúvidas sobre o simpósio, a inscrição, o certificado e a participação nos encontros ao vivo.

O simpósio será online?

Sim. O simpósio será realizado online e ao vivo no dia 26/06 às 19h

Sim. Os participantes receberão certificado de participação no simpósio.

Para médicos, residentes e acadêmicos de medicina interessados em atividade física, exercício, obesidade infantil, esporte, crescimento, maturação e saúde infantojuvenil.

Não necessariamente. O conteúdo foi pensado para aproximar conceitos importantes da aplicação clínica, com uma condução clara e prática.

O ingresso médico é destinado a profissionais médicos que desejam participar do simpósio. O ingresso acadêmico é uma condição especial para estudantes e pode estar sujeito à comprovação de vínculo acadêmico.

Se você quer entender melhor como transformar dados fisiológicos em decisões clínicas mais precisas, o simpósio foi pensado para isso. A proposta é tornar conceitos como metabolismo, VO₂, limiares ventilatórios e ergoespirometria mais claros, conectados e aplicáveis à prática.