
Dietas low carb e cetogênicas ganharam espaço entre atletas de endurance com uma justificativa fisiológica que, à primeira vista, parece bastante lógica. Como os estoques corporais de gordura são muito maiores do que as reservas de glicogênio, aumentar a capacidade de utilizar gordura durante o exercício poderia poupar carboidrato e prolongar o desempenho. Mas low carb para endurance melhora ou piora a performance?
De fato, a adaptação a dietas com baixa disponibilidade de carboidratos aumenta significativamente a oxidação de gordura durante o exercício.
Mas esse efeito metabólico não responde à pergunta que mais interessa na prática esportiva: o atleta passa a correr, pedalar ou competir melhor?
Quando o desfecho analisado é performance — e não apenas utilização de substratos —, os resultados são bem menos favoráveis à restrição crônica de carboidratos, principalmente em modalidades que exigem intensidades elevadas, mudanças de ritmo, subidas, ataques ou sprint final.
Para o médico que acompanha atletas, essa distinção entre adaptação metabólica e melhora de desempenho é importante. Interpretar um marcador fisiológico isoladamente pode levar a recomendações que fazem sentido no papel, mas não necessariamente melhoram aquilo que acontece no treino ou na competição.
Esse tipo de integração entre fisiologia, nutrição, treinamento e tomada de decisão clínica faz parte do curso A Medicina do Esporte que Todo Médico Tem que Saber.
Por que a dieta low carb parece fazer sentido no endurance?
O raciocínio começa pela disponibilidade de substratos energéticos.
Os estoques corporais de carboidratos são limitados. O glicogênio armazenado no músculo e no fígado representa uma reserva energética muito menor do que a quantidade de energia disponível no tecido adiposo.
Em uma prova prolongada, portanto, aumentar a utilização de gordura e preservar glicogênio parece uma estratégia vantajosa.
E a primeira parte dessa hipótese realmente se confirma.
Dietas low carbohydrate/high fat (LCHF), especialmente quando a restrição de carboidratos é suficiente para induzir cetose, promovem adaptações que aumentam a oxidação de ácidos graxos durante o exercício.
Burke e colaboradores demonstraram esse fenômeno inclusive em atletas de endurance de elite. Após adaptação a uma dieta cetogênica LCHF, os atletas passaram a apresentar taxas substancialmente maiores de oxidação de gordura.
A questão é que ser metabolicamente mais eficiente em utilizar gordura não é sinônimo de melhorar a performance esportiva.
PÉROLA CLÍNICA
Ao avaliar uma estratégia nutricional, não confunda alteração de substrato energético com melhora de desempenho. O atleta pode aumentar muito a oxidação de gordura sem melhorar — e, em alguns cenários, até piorar — velocidade, potência ou economia de exercício.
Low carb para endurance aumenta a oxidação de gordura. E a performance?
Esse é o ponto central da discussão.
O objetivo de uma competição não é atingir a maior taxa possível de oxidação de gordura. É sustentar a velocidade ou a potência necessária para completar aquela prova no menor tempo possível.
E carboidratos e gorduras não são combustíveis equivalentes quando aumenta a demanda por ATP.
Conforme a intensidade do exercício sobe, a contribuição do metabolismo de carboidratos torna-se progressivamente mais importante. Além de permitir rápida disponibilidade energética, a oxidação de carboidratos apresenta vantagem em relação à gordura na quantidade de ATP produzida por unidade de oxigênio consumido.
Na prática, isso significa que um atleta pode tornar-se muito eficiente em oxidar gordura e, ao mesmo tempo, precisar consumir mais oxigênio para sustentar determinada velocidade.
Foi o que Burke et al. observaram em marchadores de elite.
Após três semanas de dieta cetogênica LCHF, houve aumento expressivo da oxidação de gordura. Porém, também ocorreu aumento do custo de oxigênio em velocidades relevantes para competição. Enquanto os grupos que treinaram com alta disponibilidade de carboidratos — contínua ou periodizada — melhoraram o desempenho nos 10 km, o grupo LCHF não obteve o mesmo benefício do período de treinamento.
Em um protocolo posterior, o grupo voltou a encontrar piora da economia do exercício e da performance após adaptação à dieta cetogênica.
Esse conjunto de achados é particularmente relevante porque mostra uma situação que encontramos com frequência na Medicina do Esporte: uma adaptação fisiológica aparentemente favorável pode não se traduzir em benefício esportivo.
Low carb piora o VO₂max?
Não necessariamente.
Uma revisão sistemática com meta-análise publicada por Cao et al. avaliou dietas cetogênicas LCHF em atletas de endurance e não encontrou diferenças significativas em algumas variáveis, incluindo VO₂max.
Isso, porém, precisa ser interpretado com cuidado.
VO₂max e performance não são sinônimos. Economia de movimento, limiares, potência sustentável, capacidade de realizar esforços repetidos, disponibilidade de substratos e características específicas da modalidade também influenciam o desempenho.
Um atleta pode manter seu VO₂max e apresentar maior custo energético para sustentar uma determinada velocidade competitiva.
Portanto, a ausência de queda do VO₂max não é suficiente para concluir que a performance foi preservada.
O problema tende a aparecer quando a intensidade aumenta
Em exercícios de baixa a moderada intensidade, a contribuição da gordura para o fornecimento energético pode ser elevada.
Uma competição de endurance, no entanto, raramente ocorre em intensidade completamente estável.
Mesmo em provas longas, o atleta pode precisar responder a diferentes demandas:
- subidas;
- acelerações;
- ultrapassagens;
- ataques;
- mudanças de ritmo;
- períodos próximos ao limiar;
- sprint final.
Nessas situações, aumenta a necessidade de produzir ATP rapidamente — e, com ela, a importância da disponibilidade de carboidratos.
Esse aspecto ajuda a explicar por que uma estratégia low carb pode apresentar resultados aceitáveis em testes submáximos relativamente estáveis e, ainda assim, tornar-se limitante quando a modalidade exige potência elevada ou mudanças frequentes de intensidade.
A discussão ganhou uma atualização importante em 2026, com a publicação de um debate científico no The American Journal of Clinical Nutrition especificamente sobre a pergunta: dietas com baixo teor de carboidratos prejudicam a performance de endurance?
Os autores apresentaram argumentos dos dois lados da controvérsia. O consenso final, entretanto, manteve a posição de que estratégias capazes de garantir disponibilidade de carboidratos compatível com as necessidades do exercício continuam sendo a abordagem com melhor suporte científico para otimização da performance no endurance.
Esse tipo de integração entre fisiologia, nutrição, treinamento e tomada de decisão clínica faz parte do curso A Medicina do Esporte que Todo Médico Tem que Saber.
O que isso muda na prática?
Não significa que todo atleta de endurance precise consumir grandes quantidades de carboidratos em todas as refeições e em todos os treinos.
Também não significa que qualquer redução de carboidratos seja prejudicial.
A questão mais importante é outra: em quais sessões e competições a disponibilidade de carboidratos é necessária para que o atleta consiga executar o trabalho planejado?
Essa pergunta é muito mais útil do que classificar a dieta simplesmente como “high carb” ou “low carb”.
Low carb crônica não é a mesma coisa que train low
Um ponto importante na leitura da literatura é separar duas estratégias diferentes:
1. restrição crônica de carboidratos, como ocorre em dietas LCHF ou cetogênicas;
2. manipulação planejada da disponibilidade de carboidratos em sessões específicas de treinamento.
A segunda abordagem deu origem às estratégias conhecidas como train low.
Nesse modelo, determinadas sessões são realizadas com menor disponibilidade de glicogênio ou de carboidrato, com o objetivo de potencializar algumas respostas adaptativas ao treinamento.
A proposta, portanto, não é necessariamente competir com baixa disponibilidade de carboidratos, mas utilizar essa condição de maneira pontual dentro da periodização nutricional.
Train low funciona?
Do ponto de vista fisiológico, há uma justificativa interessante.
Treinar com baixa disponibilidade de glicogênio pode amplificar sinais moleculares envolvidos em adaptações mitocondriais relacionadas ao treinamento de endurance.
O problema é que demonstrar uma resposta molecular não é o mesmo que demonstrar melhora de performance.
A meta-análise de Gejl e Nybo avaliou estratégias de restrição periodizada de carboidratos em atletas treinados de endurance e não encontrou melhora global significativa da performance quando comparadas ao treinamento realizado com disponibilidade normal ou elevada de carboidratos.
Existe ainda uma preocupação prática: reduzir excessivamente a disponibilidade de carboidratos pode comprometer a qualidade justamente das sessões em que o atleta precisa produzir mais potência ou sustentar intensidades elevadas.
Uma estratégia nutricional só faz sentido se estiver alinhada ao objetivo do treinamento.
PÉROLA CLÍNICA
Antes de recomendar um treino com baixa disponibilidade de carboidratos, pergunte qual é o objetivo daquela sessão. Se o estímulo depende de alta intensidade, potência ou manutenção de ritmo próximo ao limiar, restringir carboidratos pode reduzir a qualidade do próprio treino que se pretende otimizar.
Periodizar carboidratos pode ser mais útil do que simplesmente restringi-los

Na prática, uma abordagem mais coerente é ajustar a disponibilidade de carboidratos à demanda de cada sessão.
Treinos longos de baixa intensidade e algumas sessões específicas podem permitir diferentes estratégias nutricionais, dependendo do objetivo e do perfil do atleta.
Já treinos intervalados, trabalhos próximos ao limiar, sessões de alta intensidade e competições tendem a se beneficiar de maior disponibilidade de carboidratos.
O princípio é relativamente simples: a nutrição deve acompanhar a periodização do treinamento.
Em vez de determinar previamente que o atleta será “low carb” ou “high carb”, é mais útil avaliar o volume, a intensidade e a finalidade das sessões e, a partir disso, ajustar quantidade e timing de carboidratos.
Para uma aplicação prática especificamente relacionada à corrida, a MedEsporte Papers disponibiliza também a ferramenta Carboidrato para Corrida, que auxilia na estimativa da estratégia de ingestão de carboidratos conforme a duração do exercício.
Existe algum cenário em que a low carb pode fazer sentido?
A literatura não permite afirmar que toda estratégia low carb seja necessariamente prejudicial para qualquer atleta de endurance.
Os estudos apresentam diferenças importantes na duração das intervenções, no grau de restrição de carboidratos, no nível de treinamento dos participantes, na modalidade praticada e nos testes utilizados para avaliar performance.
Além disso, algumas medidas de desempenho podem permanecer preservadas após a adaptação.
Por isso, a afirmação “low carb sempre piora o endurance” é simplista e não representa adequadamente o conjunto da evidência.
A conclusão mais consistente é outra: até o momento, não há evidência robusta de superioridade da restrição crônica de carboidratos para a performance de endurance, enquanto existem dados mostrando possíveis desvantagens quando a modalidade exige exercício sustentado em intensidades elevadas.
Também existe variabilidade individual. Em provas muito longas, realizadas predominantemente em intensidades mais baixas, a relevância prática dessas diferenças metabólicas pode não ser a mesma observada em eventos nos quais o atleta passa longos períodos próximo ao limiar ou precisa responder repetidamente a mudanças de ritmo.
Isso não transforma a dieta low carb em estratégia superior. Apenas reforça a necessidade de interpretar a evidência dentro do contexto da modalidade e do atleta.
Como avaliar um atleta de endurance que quer fazer low carb?
Na consulta, vale ir além da pergunta sobre quantidade diária de carboidratos.
Alguns pontos ajudam a organizar a decisão:
- Qual é a modalidade praticada?
- Qual é a duração habitual dos treinos e provas?
- Em que intensidade o atleta compete?
- Existem sessões intervaladas ou próximas ao limiar?
- Há perda de rendimento nos treinos mais intensos?
- Como está a recuperação entre as sessões?
- A ingestão energética total é adequada à carga de treinamento?
- Existe objetivo clínico ou nutricional específico para a restrição de carboidratos?
- A estratégia está sendo utilizada diariamente ou apenas em sessões selecionadas?
Essa avaliação evita dois extremos comuns: prescrever grandes quantidades de carboidratos independentemente da demanda do atleta ou restringi-los apenas porque houve aumento da capacidade de oxidar gordura.
PÉROLA CLÍNICA
Em atletas de endurance, a pergunta não deve ser apenas “quanto carboidrato ele consome por dia?”. Distribuição, timing e relação com a carga de treinamento podem ser tão importantes quanto o valor absoluto.
Erros comuns ao discutir low carb e endurance
1. Confundir maior oxidação de gordura com melhor performance
A adaptação metabólica é bem demonstrada.
O benefício competitivo, não.
São desfechos diferentes e precisam ser analisados separadamente.
2. Usar VO₂max como único marcador
Performance de endurance depende de muito mais do que VO₂max.
Economia de movimento, limiares, potência ou velocidade sustentável, disponibilidade energética e características específicas da prova também importam.
3. Tratar toda estratégia com pouco carboidrato como se fosse igual
Dieta cetogênica crônica e periodização de sessões com baixa disponibilidade de carboidratos são intervenções distintas.
Misturá-las leva a interpretações equivocadas da literatura.
4. Ignorar a intensidade da modalidade
Um ultramaratonista que passa grande parte da prova em intensidade relativamente baixa enfrenta uma demanda metabólica diferente da de um ciclista que precisa responder repetidamente a ataques ou de um corredor competindo próximo ao limiar.
Não basta perguntar quanto tempo dura a prova.
É preciso saber qual velocidade ou potência precisa ser sustentada e com que frequência o atleta terá de aumentar a intensidade.
5. Prescrever a dieta sem olhar a planilha de treinamento
Esse talvez seja um dos erros mais práticos.
Se o atleta tem uma sessão destinada a desenvolver potência ou tolerância a intensidades elevadas, mas chega ao treino sem disponibilidade de substrato suficiente para executar o estímulo planejado, dieta e treinamento estão trabalhando em direções opostas.
O que a literatura ainda não responde bem?
Os estudos sobre low carb e performance esportiva apresentam limitações importantes.
As amostras costumam ser pequenas, especialmente nos trabalhos com atletas de alto rendimento. Também há grande heterogeneidade no que diferentes autores chamam de “low carb”. Uma redução moderada de carboidratos não deve ser interpretada da mesma forma que uma dieta cetogênica com restrição intensa.
O tempo de adaptação varia entre os protocolos, assim como a modalidade esportiva e o método utilizado para medir desempenho.
Outro problema é a extrapolação dos testes laboratoriais. VO₂max, tempo até a exaustão e economia de exercício fornecem informações importantes, mas nenhum deles reproduz completamente uma competição real.
Isso exige alguma cautela nas conclusões.
Ausência de superioridade em estudos controlados não significa que nenhum atleta possa responder bem individualmente a uma estratégia específica. Da mesma forma, relatos individuais de bom desempenho não são suficientes para recomendar uma intervenção para todos os atletas.
Esse tipo de integração entre fisiologia, nutrição, treinamento e tomada de decisão clínica faz parte do curso A Medicina do Esporte que Todo Médico Tem que Saber.
Resumo prático: low carb melhora ou piora o endurance?
A resposta depende do desfecho analisado.
Oxidação de gordura: aumenta de forma consistente após adaptação a dietas LCHF.
VO₂max: pode permanecer preservado, e não há demonstração consistente de benefício.
Economia de exercício: pode piorar em atletas submetidos à dieta cetogênica LCHF, especialmente em intensidades relevantes para competição.
Performance: não há evidência consistente de superioridade da low carb em relação a estratégias que garantem disponibilidade adequada de carboidratos. Em atletas de elite e esforços de maior intensidade, existem dados experimentais mostrando prejuízo da economia e do desempenho.
Train low: apresenta mecanismos fisiológicos interessantes, mas as evidências disponíveis não demonstram vantagem global de performance em atletas treinados.
Para o médico, portanto, talvez a conclusão mais útil seja evitar transformar o carboidrato em vilão — ou em obrigação indiscriminada.
A pergunta que orienta melhor a conduta é:
qual disponibilidade de carboidratos este atleta precisa para executar o treinamento planejado e sustentar a intensidade exigida pela sua competição?
Em muitos casos, ajustar a disponibilidade de carboidratos à demanda de cada sessão é uma estratégia mais coerente do que manter uma restrição crônica independentemente do treinamento.
Este conteúdo tem caráter educacional e não substitui a avaliação individualizada do atleta.
Quer aprofundar esse raciocínio na prática clínica?
Na Medicina do Esporte, nutrição, fisiologia, treinamento e performance precisam ser interpretados em conjunto.
No curso A Medicina do Esporte que Todo Médico Tem que Saber, você aprende a organizar esse raciocínio para avaliar atletas, interpretar adaptações ao treinamento e tomar decisões clínicas com base em fisiologia e evidências — sem depender de modismos nutricionais.
Perguntas frequentes sobre low carb e endurance
Dieta low carb melhora a performance no endurance?
Até o momento, não há evidência consistente de que dietas low carb sejam superiores a estratégias com disponibilidade adequada de carboidratos para melhorar a performance de endurance. Elas aumentam a oxidação de gordura, mas esse efeito metabólico não necessariamente se traduz em melhora de velocidade, potência ou tempo de prova.
Dieta cetogênica é indicada para corredores?
Não existe indicação universal de dieta cetogênica para corredores. A decisão depende da modalidade, intensidade dos treinos, duração das provas, objetivos do atleta e resposta individual. Para corredores que realizam sessões intensas ou competem próximos ao limiar, a baixa disponibilidade de carboidratos pode ser particularmente relevante.
Low carb diminui o VO₂max?
Os estudos não demonstram uma redução consistente do VO₂max em atletas de endurance adaptados a dietas low carb ou cetogênicas. Entretanto, manter o VO₂max não significa necessariamente manter a performance, já que outros fatores, como economia de movimento e potência sustentável, também são determinantes.
O que é train low?
Train low é uma estratégia de periodização nutricional em que algumas sessões são realizadas deliberadamente com menor disponibilidade de carboidratos ou glicogênio. O objetivo é estimular determinadas adaptações metabólicas ao treinamento, e não necessariamente manter uma dieta low carb de forma crônica.
Atleta de endurance precisa consumir carboidrato em todos os treinos?
Não necessariamente. A necessidade depende da duração, intensidade e objetivo da sessão. Treinos leves podem permitir estratégias diferentes, enquanto sessões de alta intensidade, intervalados, trabalhos de limiar e competições geralmente apresentam maior dependência da disponibilidade de carboidratos.
Low carb ajuda a poupar glicogênio?
Dietas LCHF aumentam a utilização de gordura durante o exercício e modificam a participação relativa dos substratos energéticos. Porém, interpretar esse fenômeno simplesmente como “poupar glicogênio” e assumir que isso melhorará a performance é uma simplificação. O efeito final depende da intensidade e das exigências metabólicas da prova.
Referências
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Autor
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Médica do Esporte formada pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, em 2007, com especialização em Nutrologia pela ABRAN e título de especialista em Medicina do Exercício e do Esporte pela SBMEE.
Atua na avaliação, acompanhamento e cuidado de atletas e praticantes de atividade física, com experiência em maratonas e eventos esportivos. É sócia da clínica IEMEX Performance, em Curitiba, e também realiza atendimentos em consultório particular na Clinica CMI em Mafra/SC.
Sua prática integra medicina do esporte, nutrologia e promoção da saúde, com foco em performance, prevenção de lesões, qualidade de vida e longevidade ativa.
Instagram: @dracarla.melo